A reserva protege o último refúgio da arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari), uma das aves mais raras e ameaçadas do mundo. Quando foi criada, em 1990, a população conhecida da espécie era de apenas 50 indivíduos. O trabalho da Biodiversitas e de seus parceiros foi essencial para a conservação da espécie, que hoje conta com mais de 2.500 araras. Além disso, a criação da reserva traz benefícios para a comunidade local, gerando emprego, promovendo educação ambiental e incentivando o ecoturismo sustentável. Esses esforços não só protegem a biodiversidade da região, como também fortalecem a economia local e engajam a população na preservação ambiental.
A Estação, além de ser um centro de pesquisa, funciona como um ponto de visitação, atraindo turistas de todo o mundo para conhecer as araras-azuis-de-lear e as paisagens da Caatinga.
Criação
1993
A arara-azul-de-lear passou de 50 indivíduos na década de 90 para aproximadamente 2.500 aves com as ações da Biodiversitas e seus parceiros.
O turismo de observação de aves tem fortalecido o comércio local e incentivado a criação de negócios na região, enquanto contribui para a proteção da espécie.
Para mais informações sobre turismo e hospedagem:
agendamentos.rppn@biodiversitas.org.br
Arara-azul-de-lear
Foto:
João Marcos Rocha
Estação Biológica de Canudos
Foto:
João Marcos Rocha
Estação Biológica de Canudos
Foto:
João Marcos Rocha
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