Agora você e sua empresa
podem fazer a diferença na
conservação da biodiversidade

Adote uma espécie

Adote uma espécie protegida pela Biodiversitas e participe da sua conservação!

A Biodiversitas protege diretamente quatro espécies da fauna Brasileira ameaçadas de extinção por meio da conservação dos ambientes onde vivem. Isso implica em investimentos permanentes em recursos humanos, infraestrutura, mecanismos de segurança e tecnologias aplicadas à sua conservação. Participe desse desafio adotando uma dessas espécies. 

Você estará contribuindo para a recuperação de suas populações e, consequentemente, para a manutenção das nossas riquezas biológicas e a conservação de ecossistemas-chave para o fornecimento de serviços ambientais fundamentais para a sobrevivência do Homem no Planeta.

Escolha uma espécie e o valor mensal que deseja investir. Selecione o valor que gostaria de doar – as cotas de contribuição têm valores entre, 25 a 100 reais mensais. No e-email cadastrado durante a doação você passará a receber notícias sobre a Biodiversitas e dos trabalhos desenvolvidos nas suas Reservas.

Seu nome (caso você permita) vai entrar para o Hall de Doadores da Biodiversitas, que registra os nomes e os apoios dados à instituição. 

Utilizamos o sistema Paypal – e você não precisa ter uma conta deles. 

Pague com seu cartão de crédito, débito ou boleto bancário.

Por qualquer motivo, você pode cancelar sua contribuição a qualquer momento.

MURIQUI-DO-NORTE

Muriqui (Brachyteles hypoxanthus)

O mais dócil/pacífico dos primatas é também o maior macaco das Américas. O muriqui-do-norte ou mono-carvoeiro é encontrado somente no que resta da Mata Atlântica nos estados de Minas e Espírito Santo. A espécie está criticamente ameaçada de extinção devida a destruição e fragmentação do ambiente em que ela habita, e também pela atividade da caça em um passado não muito distante.

Também conhecido como povo manso da floresta, o muriqui tem uma grande importância ecológica e desempenha um papel essencial na manutenção da biodiversidade como dispersor de sementes. São eles que levam as sementes grudadas em seu pelo, ou as espalham por meio das fezes, e auxiliam na fertilização/germinação de diversas espécies de planta por toda a floresta.


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ARARA-AZUL-DE-LEAR

Arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari)

A arara-azul-de lear atrai turistas do mundo todo só para assistirem a sua revoada matinal quando saem em busca de alimentos. Essa espécie se alimenta principalmente dos coquinhos da palmeira licuri (Syagrus coronata) e também dos frutos da braúna. A ave ocorre exclusivamente na Caatinga baiana e se encontra ameaçada de extinção, basicamente em função de sua captura e comércio ilegal e também pela perda de seu habitat. Hoje a população da arara-azul-de lear está restrita a cerca de 1.700 indivíduos na natureza.

Sua distribuição geográfica abrange os municípios de Jeremoabo e Canudos, na Bahia, onde as araras se abrigam nos paredões de arenito que servem de dormitório e área de nidificação para a espécie. Com a chegada das chuvas no final de ano, começa a época reprodutiva. Neste período, o casal se separa do bando. Cada casal permanece unido durante toda a vida.

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ENTUFADO BAIANO

Entufado-baiano (Merulaxis stresemanni)

Uma das aves mais raras do planeta, o entufado-baiano se encontra ameaçado de extinção na categoria “Criticamente em Perigo”, segundo a União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN). A espécie possui um histórico muito interessante, até 1995 permaneceu desaparecida na natureza, e por pouco não foi declarada extinta, sendo novamente encontrada em 2004 num fragmento de Mata Atlântica entre o vale dos rios Jequitinhonha (MG) e Pardo (BA), hoje propriedade da Fundação Biodiversitas.

Sua aparência é bastante pitoresca pelo fato de o macho e a fêmea terem um tufo de penas que se estende do alto da cabeça em direção ao bico. E é exatamente essa característica pela qual eles são chamados de entufados ou bigodudo-baiano, embora ambos apresentem coloração distinta. Outro fato peculiar é que apesar de ser uma ave, o entufado quase não voa e está sempre perto do solo dando pequenos pulos e revirando as folhas caídas em busca do seu alimento. Ele habita as partes mais baixas e escuras da mata e, quando avistado (o que é raro), está sempre associado aos emaranhados de cipós.

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CÁGADO-DO-PARAÍBA

Cágado-do-paraíba (Mesoclemmys hogei)

O cágado-do-paraíba é um dos 25 quelônios mais ameaçados do planeta, restam somente 400 indivíduos na natureza. Com população reduzida, a espécie é encontrada somente na Mata Atlântica, em parte da bacia do rio Paraíba do Sul, entre os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. O cágado é um animal semi-aquático, isto é, vive tanto dentro quanto fora da água, pertence ao grupo dos quelônios, que são répteis dotados de carapaça. Atualmente, devido ao desmatamento na sua região de ocorrência, os últimos indivíduos da espécie têm sido observados principalmente no rio Carangola, nos municípios mineiros de Faria Lemos e Tombos.

A degradação ambiental da região é um dos motivos que coloca em risco a sobrevivência do cágado-do-paraíba. Outros fatores, como qualidade da água e a pesca de anzol, interferem na conservação da espécie. No caso de animais aquáticos, os tipos de uso do solo no entorno da bacia também têm influência direta na qualidade do recurso hídrico e, portanto, em seu habitat. Ou seja, as espécies mais sensíveis e/ou exigentes são diretamente afetadas pelo grau de conservação ou degradação da bacia.

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